Ontem comecei minha segunda semana de treinamento das 100 flexões. Antes disso, refiz o teste inicial, e consegui desempenhar 20 flexões até não conseguir mais nenhuma. Um aumento de um terço do que eu conseguia uma semana atrás. Como físico, não posso deixar de analisar este processo. Verei em seis semanas o quanto eu consigo melhorar, e calcular uma taxa de aumento semanal… Quem sabe até criar uma função matemática que descreva o processo de desenvolvimento… Vai que isso me rende uma publicação! Sonhar é livre de custos…
Primeiro Dia…
18, Março, 2009Comecei tudo certo. Bom, talvez nem tanto. Saí de minha cidade às 5h 20m da manhã, e fui tomar um café-da-manhã em Campinas. Caríssimo, pois é café de rodoviária, sempre rola uns lances desses. Mas ao longo do dia consegui seguir a idéia de fazer pequenas refeições, pequenas e em maior número. O problema foi o jantar, pois fui convidado a ir a uma lanchonete e “tomar umas”. Chegando em casa, concluí o primeiro dia do programa das 100 flexões, que consistia em cinco séries com um número diferente de repetições para cada uma, na seguinte ordem: 10, 8, 7, 7 e a última série deveria ter o maior número de repetições que aguentássemos, e no caso foram 6. Na sétima, meus braços morreram. Acordei hoje com uma dor nos músculos do peito, tríceps e nos serráteis (os que recobrem as costelas). Engraçado doerem-me os serráteis. São músculos pequenos, e eu não imaginava que flexões faziam-nos trabalhar. Bom saber. Quinta-feira será o segundo dia de trabalho braçal.
Também, estou me alimentando melhor. Estou comendo cereais e mais alimentos naturais. E pretendo aniquilar os industrializados cheios de químicos da minha dieta por toda a minha vida. Nada mais de refrigerantes, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, sucos em pó e todos os outros alimentos que contiverem qualquer tipo de componente sintético. E antes que me falem “Vai ter que parar de beber”, digo que as cervejas são produzidas industrialmente, porém sem químicos. Tudo é natural.
Teste Inicial do Programa
17, Março, 2009O programa “One Hundred Push-Ups” tem um teste inicial, que consiste em fazer quantas flexões de braço conseguir. O meu deu 15, o que significa que eu devo partir do Nível 3, segundo a tabela abaixo.
| Age | < 40 years | 40 – 55 years | > 55 years |
|---|---|---|---|
| Rank |
number of pushups performed
|
||
| 1 | 0-5 | 0 – 5 | 0 – 5 |
| 2 | 6 – 14 | 6 – 12 | 6 – 10 |
| 3 | 15 – 29 | 13 – 24 | 11 – 19 |
| 4 | 30 – 49 | 25 – 44 | 20 – 34 |
| 5 | 50 – 99 | 45 – 74 | 35 – 64 |
| 6 | 100 – 150 | 75 – 124 | 65 – 99 |
| 7 | 150 & above | 125 & above | 100 & above |
Também decidi seguir o programa do blog português, que pode ser visto aqui.
Volto logo com o resultado do primeiro dia de treinamento.
Chegou a hora…
17, Março, 2009Bom, tá aí. Chegou a hora… Se alguém que me conhece há algum tempo for perguntado “no que mais mudei nos últimos 10 anos?”, certamente responderiam que foi meu perímetro horizontal. Barriga, bem como a circunferência de todos os membros (sem piada). Dados concretos de 1997 retirados da minha memória, quando então eu tinha apenas 14 anos me disseram bastante claramente:
-Tá na hora de mudar isso de uma vez por todas.
Naquele ano, freqüentava (com trema mesmo! Pro Inferno com o Acordo Ortográfico de 2008) uma boa escola. Aliás, ótima. Perodicamente fazíamos exames de, entre outras coisas, altura e peso corporal, e bem me lembro do último: 177 cm, 75 kg. Bons atributos para um garoto que chegava à puberdade. Eu aproveitava muito bem as aulas de Educação Física, que aconteciam três vezes por semana (guarde bem, três vezes por semana!), pois gostava da prática esportiva, e não negava oportunidade alguma de me exercitar, fosse qual fosse a modalidade. Lembro-me de uma vez irmos a uma sala onde haviam aparelhos de ginástica olímpica, e alguns exercícios foram-nos passados pelo professor, mas a falta de interesse dos estudantes da minha turma impediu que continuássemos tais práticas, e retornamos ao tradicional futebol de salão. Uma situação que reflete bem os resultados do Brasil nos Jogos Olímpicos e Campeonatos de Futebol. Claro que a falta de acesso da maioria da população à prática de um esporte olímpico no país é, sem qualquer sombra de dúvida, a principal causa dos tais resultados. Mas a falta de interesse também o é. Mas, como disse, meu colégio era bom. Tínhamos bons professores também para as matérias que se cursava em sala de aula com lousa. E aprendíamos bastante também. Então também tínhamos de cuidar de nossas mentes, pois o vestibular chegava ao final do terceiro ano. Havia alunos que não se interessavam nem pelo futsal, e tratavam de arranjar uma desculpa na forma de atestado médico (forjado, em alguns casos) para que o professor-treinador os dispensasse. Sem julgamento, todos têm o direito de serem preguiçosos e fazerem o que quiserem, mas o fato de isso ser ruim à saúde designa o bom-senso (ou seria bonsenso, a partir de 2009?) das pessoas. Então, de uma classe de 40 alunos, homens e mulheres bem repartidos, 50-50 (%, se não entendeu), apenas uns 15 rapazes freqüentavam as aulas como eu, ou seja, 3 vezes por semana (as garotas jogavam vôlei; naquela época ainda não se via tantas mulheres gostando bastante de futebol como hoje). Às vezes eu também jogava vôlei e nadava (tinha piscina no colégio). Bom, pra concluir logo o raciocínio, era uma época que eu era bem ativo fisicamente, pois além de fazer a educação física, andava de bicicleta pela cidade sempre que precisava. Algumas vezes ia pra escola com ela também.
Hoje, a situação é a seguinte: 26 anos, 1,85 m de altura, 101 kg. Não digo que eu esteja obeso, pois a atividade física que eu executava me rendeu uma boa musculatura e ossatura, mas vê-se o acúmulo dos 16 kg de excesso de tecido adiposo no meu corpo, principalmente na barriga e no peito. Ainda ando de bicicleta, vou à Universidade todos os dias com ela, mas apesar disso, não é a mesma coisa. Passam-se 15 minutos exatos entre o momento que eu saio da porta da minha casa até o instante em que passo o cadeado pelo quadro da bike e o poste mais próximo da sala onde haverá aula. A maior parte do trecho é em aclive.
De acordo com algumas tabelas, 15 minutos de bicicleta eliminam míseras 140 calorias, ou seja, basta-me algum chocolatezinho para repôr toda essa energia, e ainda ter um saldo positivo. Mas esta situação, que apesar de estar longe da ideal, já foi pior. m 1999, mudei de escola. Não tinha educação física. Meu peso subiu 6 kg. Mas até aí, tudo bem. Eu ainda crescia para cima. Em 2001, com 18 anos, fui estudar num cursinho pré-vestibular. Sem Educação Física, comecei um período de engorda sem crescimento. Em 2002, entrei na faculdade particular, fazendo Engenharia, e no turno da noite. Sem Educação Física. Engordei mais um pouco. Beirei os 100 kg, e aí eu vi que estava na hora de agir. Em janeiro de 2003, comecei a me exercitar por conta própria. Comecei a correr na avenida. Com que freqüência? Acertou. 3 vezes por semana. 5 km por dia, andava mais 2 até voltar pra casa, e à noite continuava indo à faculdade. Em março já tinha me livrado de toda a gordura indesejada e retornado aos meus 85 kg, meu peso ideal ed acordo com alguns especialistas. Vi que este era um bom peso, e me mantive exercitando um pouco menos pois já não era necessário tanto esforço. Em Setembro, arranjei um emprego em período integral, e ainda ia à faculdade à noite. Como ainda era um trabalho que me consumia e rendia algum suor, fiquei um tempo sem engordar, mas quando saí dele, em março de 2004, depois de exatos 6 meses, não demorou muito até reencontrar alguns amigos que fiz no trabalho e logo de cara ouvir “tá engordando, hein?”. Mudei de emprego, e minhas horas livres para exercícios foram preenchidas com trabalho. Nem precisa dizer o que aconteceu. No meio daquele ano, já estava com 100 kg de novo. E foi quando decidi que o curso de engenharia não era o que eu queria, nem faculdade particular. Decidi prestar vestibular, mas só na Unicamp, pois Campinas é quase vizinha da minha cidade, e aí eu largaria o trabalho para fazer 2 cursos ao mesmo tempo, terminando a engenharia na faculdade que eu já cursava, para não desperdiçar o investimento que meu pai havia feito em mim durante 3 anos. Mas não passei. Nem em 2004, nem 2005. Só no final de 2006, entrei na UFSCar, onde estou desde então, e me formei na faculdade particular (que já faz muita propaganda, por isso evito dizer seu nome). Também no final de 2006, me ocorreu um problema com uma garota, o qual me tirou o apetite por vários e vários dias, e eu aproveitei esta falta de apetite pra fazer uma dieta. Deu certo. Comia muito menos, mas depois de uns 3 meses, já tinha perdido todo o excesso e voltado novamente aos 85.
E comecei a trilhar o caminho mais legal da minha vida. UFSCar. Curso: Física (não confundir com Educação Física, já que foi citada tantas vezes aqui). Fiz novos amigos e vi que o curso era bem o que eu queria. Mas é um curso difícil, e demanda muito estudo. Muito mesmo. Não me sobra tempo pra atividades. Aliás, sobra um pouco, que talvez até seja suficiente. Porém esqueci de contar que em 2004, jogando o esporte conhecido aqui em Jundiaí como “Taco”, que em alguns lugares é “Bets”, depois de um movimento de extensão brusquíssimo, machuquei o pé, causando assim uma lesão chamada de Tendinite de Aquiles. Isso me impede até hoje de me exercitar com corrida a pé, pois o impacto e o tipo do movimento pioram a dor que tenho. Daí, os 15 minutos que levo pra ir até a facul, e os 10 que levo pra voltar (pra ir é subida, pra voltar… adivinha!) não somam o suficiente para que eu perca a gordura em excesso. Bicicleta não me causa dor alguma. Ao contrário, retira-ma.
Porém, apesar de gostar de correr a pé, sou impedido. Solução? Buscar outra forma de gastar a energia que acumulo. Comer menos, pra começar, pois está aí outra coisa que adoro fazer. Mas não é tudo. Gostaria muito de voltar à rotina dos exercícios aeróbicos 3 vezes por semana, pois é aí que reside a certeza de eu voltar à velha forma. Hoje achei uma alternativa, buscando uma forma de aumentar meu metabolismo. Encontrei um blog português, que passou a dica do site http://onehundredpushups.com que eu pretendo seguir, e postar meu progresso neste blog. Desta forma pretendo alcançar uma melhora no meu metabolismo, em busca de um objetivo: 16 quilos mandados (literalmente) pro ralo.
Até a próxima.
Minha vez…
23, Janeiro, 2009Há um mês gravei um video meu tocando uma música em minha guitarra, e postei-o no YouTube. Treinei muito para conseguir tocá-la, e ainda assim não está como eu queria, mas já é um começo…
Aí vai!
IYA2009
23, Janeiro, 2009Não, não é a placa personalizada do meu carro.
Neste ano de 2009 uma classe enorme de entusiastas é homenageada: os astrônomos! Isto se deve à celebração do Ano Internacional da Astronomia (International Year of Astronomy – IYA), e eu, como astrônomo amador – e amante -, não posso ficar fora dessa. É neste ano que se comemoram 400 anos desde que Galileu Galilei apontou pela primeira vez a sua recém descoberta luneta para o céu noturno, abrindo um horizonte sem fim aos amantes dos corpos celestes.
Um batalhão de atividades relativas ao tema está sendo preparada pelos organizadores do mega-evento, como palestras e observações em várias cidades do mundo todo, especialmente nas quais haja um observatório, abertos ao público sem qualquer espécie de fim lucrativo. Tudo em prol da cultura e da ciência!
Abaixo vai o site do evento (em português):
http://www.astronomia2009.org.br/
Não deixe de conferir a Lista de Nós, no menu à esquerda. Lá você pode checar se há alguma atividade programada por algum astro-clube (com hífen, boicotando o acordo ortográfico) em sua cidade!
Poesia de Biblioteca
13, Agosto, 2008Agora, vejo-te em meu horizonte,
tua face ao alcance de minhas mãos.
Aqui estou, seu enfermo,
a admirar-te pela eternidade!
Controlo-me, pois quero dizer-te.
Escrever-te belos poemas…
… Mergulhar em teus cabelos…
Tornar meu desejo teu segredo!
Contigo sou vivo e nada temo,
mas sou apenas sombra…
A seguir-te e zelar-te,
valendo-me de teus encantos!
Mas ainda esperançoso de um toque
com as pontas de teus dedos,
de teu rosto uma bela pausa,
e de tua boca um longo beijo!
Luís Renato
1 ano…
5, Maio, 2008Legal. Há um mês fiz um ano de Astrolábia e nem percebi. Mas porque deveria? Será que escrever um pouco sobre mim aqui me legou novas atitudes, novas sensações? Por que às vezes a gente se sente como se permanecesse sempre o mesmo, estagnado, fincado na terra sem alguém sequer tropeçar na gente? A vida é uma constante mudança (estranho, constante não muda, agora acho que entendi esse clichê, ou passei a entender de outra forma… Quase como Andy Warhol disse certa vez, “Eu sou uma pessoa profundamente superficial!”…) mesmo?
Bom, nesse ano que passou, por ter me mudado pra outra cidade, fiz novos amigos… Mas me distanciei dos antigos. Agora quando volto pra minha cidade natal me sinto estranho, como se não fizesse mais parte daquilo, como se não me aceitassem, como se não me quisessem mais por perto… Acho que com a transposição de uma parede podemos ver que atrás dela tinha outra parede, talvez até mais alta, mas que tem que ser transposta também. Um problema nunca é um problema. São vários, inúmeros, mas que vêm em taxas, gradativamente, para que possamos aprender o passo-a-passo da sua resolução completa. Mas o que tem depois da última parede?
Desculpem tantas metáforas, é bom deixar isso um pouco oculto mesmo… Indagações que talvez não mereçam a menor das atenções, mas desabafar no teclado às vezes ajuda a desanuviar os pensamentos…
Valeu Astrolábia!
Right Now!
9, Abril, 2008Estava vendo o clip do Van Halen da música Right Now, e lá aparecem frases muito tocantes, algumas bem reflexivas, que vou traduzir abaixo, na ordem em que aparecem.
Agora mesmo, Ed está tocando piano.
Agora mesmo, pessoas estão fazendo sexo sem proteção.
Agora mesmo, a oportunidade passa por voce.
Agora mesmo, a justiça está sendo pervertida num tribunal.
Agora mesmo, brancos e negros não almoçam muito juntos.
Agora mesmo, voce podia estar do lado de fora.
Agora mesmo, a luz de uma estrela em M-5 está vindo rumo á Terra.
Agora mesmo, a luz que deixou M-5 mil anos atrás está chegando á sua casa.
Agora mesmo, Deus está matando mães e cães porque ele deve faze-lo.
Agora mesmo, a culpa está virando alguém pelo avesso.
Agora mesmo, Van Halen planeja uma turne mundial.
Agora mesmo, há uma fábrica de bombas trabalhando a todo vapor.
Agora mesmo, voce está sentado muito perto.
Agora mesmo, alguém teve uma idéia errada.
Agora mesmo, petrolíferas e homens velhos estão no controle.
Agora mesmo, tudo corre normalmente nos bosques.
Agora mesmo, nada é mais caro do que arrependimento.
Agora mesmo, pessoas que não sabem ler estão mendigando.
Agora mesmo é só um espaço entre eras glaciais.
Agora mesmo, juventude reina.
Agora mesmo, talvez devamos prestar atenção a letra.
Miss a beat, you lose a rhythm
And nothin’ falls into place
Agora mesmo, é uma boa hora para arrepender-se.
Only missed by a fraction
Slipped a little off your pace
Agora mesmo, a verdade está sendo obscurecida.
Agora mesmo, a ciencia está construindo um melhor tomate.
Agora mesmo, porcos estão virando almoço.
Agora mesmo, alguém trabalha muito para uma recompensa mínima.
Agora mesmo, uma loja de conveniencia está aberta.
Agora mesmo, Mike está pensando sobre um projeto solo.
Agora mesmo, seus pais sentem sua falta.
Agora mesmo, o único bem de uma ostra está sendo roubado.
Agora mesmo, ninguém está a salvo da solidão.
Agora mesmo, faz frio onde alguém que voce ama está.
Agora mesmo, está mais legal em Cabo.
Agora mesmo, um psicopata erra pelas ruas da sua cidade.
Agora mesmo, um homem cansado e com o coração ferido está sentado numa poltrona de um avião em um voo transatlantico, olhando pela janela e se perguntando como se diz “cachorro”, “uiva” e “lua” em frances apenas caso seja necessário.
Agora mesmo, ela está seguindo com a sua vida (com a imagem de uma foto em chamas de um homem)
Agora mesmo, o tempo está agindo sobre voce.
Agora mesmo, forças estão se alinhando contra voce.
Agora mesmo, alguém está andando por uma praia nudista pela primeira vez.
Agora mesmo, Ed está com as mãos cheias (e o solo de guitarra é tocado ao fundo)
Agora mesmo, voce desejou ter uma TV maior.
Agora mesmo, nosso governo está fazendo coisas que nós achamos que só os outros países fazem.
Agora mesmo, voce não está fazendo o que voce mais deseja estar fazendo.
Agora mesmo, é mais difícil do que parece.
Agora mesmo, sua memória está fica maior enquanto sua vida fica menor.
Agora mesmo, cães estão bem.
Agora mesmo, não é culpa dos japoneses.
Agora mesmo, não há cura.
Agora mesmo, pessoas estão fazendo isso por dinheiro.
Agora mesmo, um prato de sopa seria legal.
Agora mesmo continua acontecendo.
Agora mesmo, temos que ir.
Não quis traduzir a estrofe. Ia dar muito trabalho pra repoetizar a tradução.
Paralelo
14, Março, 2008Procuras no lugar errado
o alívio do teu ardor:
teus anseios mais profundos
cobrem-se do sol escaldante
pela membrana translúcida
do prazer efêmero!
A vontade é cômoda,
a satisfação se corrompe!
Riquezas vêm de conquistas,
e tua submissão tornou-te
mercadoria de valor duvidoso.
Mesmo ele vil ou grandioso,
continuas (simplesmente) mercadoria!
Luís Renato
Escrito por Luís Renato
Escrito por Luís Renato
Escrito por Luís Renato