Poesia de Biblioteca

13, Agosto, 2008

Agora, vejo-te em meu horizonte,
tua face ao alcance de minhas mãos.
Aqui estou, seu enfermo,
a admirar-te pela eternidade!

Controlo-me, pois quero dizer-te.
Escrever-te belos poemas…
… Mergulhar em teus cabelos…
Tornar meu desejo teu segredo!

Contigo sou vivo e nada temo,
mas sou apenas sombra…
A seguir-te e zelar-te,
valendo-me de teus encantos!

Mas ainda esperançoso de um toque
com as pontas de teus dedos,
de teu rosto uma bela pausa,
e de tua boca um longo beijo!

Luís Renato